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Migrantes en la Amazonía impiden cruzar el puente 

Irmã Joaninha CIC
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Soeur Joaninha avec les migrants à la frontière du Perou Joaninha Honório Madeira, missionária da Rede Itknersnte da Repam (Foto: Alexandre Cruz Noronha/Amazônia Real)

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Sem perspectivas de emprego, imigrantes iniciam movimento de retorno e enfrentam dificuldades na fronteira com o Peru. A imagem acima é de autoria de Alexandre Cruz Noronha/Amazônia Real.

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policia amazonas
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Difficultés rencontrées pendant 27 jours.

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Soeur Joaninha avec les migrants à la frontière du Perou Joaninha Honório Madeira, missionária da Rede Itknersnte da Repam (Foto: Alexandre Cruz Noronha/Amazônia Real)

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O que estamos viviendo aqui, realmente, é uma coisa cruel. Atinge o coração da humanidade. As pessoas sendo tratados como coisas, como lixo, e aqui no Peru é a primeira vez que estamos vendo isso. Realmente é uma coisa cruel.” A frase é da missionária Joaninha Honório Madeira, da Ordem da Imaculada Conceição. Conhecida como irmã Joaninha, ela integra a Rede Eclesial Pan-Amazônia, cujo trabalho é oferecer assistência social e religiosa aos moradores das comunidades urbanas, ribeirinhas e indígenas da tríplice fronteira. 

Ao lado de outras lideranças católicas, ela ficou na linha de frente dos escudos e bombas lancedas pela polícia peruana. “A polícia foi extremamente violenta.  Antes nós só ouviéramos dizer que era violenta, mas ontem (16 de febrero) nós vimos. Quase apanhamos também. O primeiro bloco [de imigrantes que furou o blocio] Faith tratado com muita violência. Três mulheres gestantes foram parar no posto de saúde”, afirma. 

Para a católica missionária, os imigrantes haitianos y africanos sofrem ainda pelo racismo. From acordo com a irmã Joaninha, imigrantes de países como Venezuela, Colombia y Cuba conseguem transitar de um lado para o outro da bordereira. “Estamos testemunhando um racismo aqui na bordereira. Pesos de varios países passam. Venezuela, Cuba, Brasil. Chile, Argentina. Todos passam. Agora quando é haitiano ou africano a situação é diferente e acabam caindo na mão de exploradores”, relató.

  

A missionária lembra que pessoas de qualquer outra nacionalidade pagam 5 reales ou soles (a moeda peruana) para atravessar o rio Acre. Já haitianos e africanos precisam desembolsar 50 dólares, pero os 200 dólares para chegar ate Puerto Maldonado. Numa viagem comum, un pasaje en furgonetas de Iñapari comió un capital de Madre de Dios custa 40 soles – o equivalente a 15 dólares. Do side brasileiro os imigrantes também são vitimas da extorsão de taxistas. Na curta viagem entre a entrada de Assis Brasil ate a ponte binacional, chega-se a pagar ate 100 reais num percurso inferior a oito quilômetros. 

“É uma exploração. A fronteira virou um ganha dinheiro de do sofrimento humano. Estamos procurando onde denunciar isso. Com o fechamento da fronteira, o rio se tornou a solução para atravessar. Estão explorando os haitianos por conta da cor da pele. A gente está vendo isto a olho nu”, diz a missionária Joaninha. 

Sor Joaninha Honorio Madeira, misionera de la Red Itinerante de la Repam na Amazonia

febrero - marzo 2021

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Un reportaje de la Amazônia Real que acompaña al drama dos inmigrantes que tentam sair do Brasil.

Aprendí mucho durante estos 23 días de presencia libre con mis hermanos y hermanas, africanos, haitianos, congoleños, de Costa de Marfil, Bangladesh, Pakistán, India...
Gracias por permitirnos vivir el Evangelio de la hospitalidad: "Fui forastero y me acogisteis en vuestra ciudad. 
en tu ciudad.

Joaninha Honorio Madeira cic- Equipo Misionero Itinerante de la Amazonia.

Marie Sidonie OYEMBO

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Sor Marie Sidonie nombrada por el Papa Francisco

La Congregación se alegra de conocer el 19 de febrero el nombramiento de sor Marie Sidonie Oyembo como "Consultora de la Congregación de Institutos de Vida Consagrada y Sociedades de Vida Apostólica", por el Papa Francisco.

Ver carta del Equipo General

Decreto del Papa Francisco del 19 de febrero de 2020

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¿En qué consiste la misión de consultor de la Congregación para los Institutos de Vida Consagrada y Sociedad de Vida Apostólica?

 

El Concilio Vaticano II promovió en la Iglesia la visión de una Iglesia, pueblo de Dios, una Iglesia “misterio de comunión”, en la que todos los bautizados participan según sus deberes específicos en la única misión de Cristo.

El Concilio permitió así desarrollar la puesta en práctica de dos principios eclesiológicos fundamentales: la sinodalidad y la corresponsabilidad.

  Por sinodalidad entendemos la comunión de fe y de los fieles. La palabra "sínodo" significa "caminar juntos" -laicos, pastores, obispo de Roma- porque ya decía san Juan Crisóstomo: "Iglesia, significa sínodo".[1]

Una Iglesia sinodal vive de la escucha conjunta del Espíritu, para conocer, comprender y realizar lo que Dios quiere para la Iglesia y para el mundo de hoy. La corresponsabilidad es, pues, una consecuencia concreta de la sinodalidad.

La misión del consultor se entiende desde la visión y la experiencia concreta de la Iglesia comunión, pueblo de Dios. Además, la Santa Sede confía a cada Dicasterio una parte de la responsabilidad de la misión única de Cristo.

Ser consultor de la CIVCSVA significa compartir de manera particular la misión única que le ha encomendado la Santa Sede, al servicio de la Iglesia y de la humanidad, con Institutos de vida consagrada, Institutos seculares, Sociedades de vida apostólica, particulares formas de consagración a Dios (virgen consagrada, ermitaños, viudas), Asociaciones de fieles laicos para erigirse en Instituto de Vida Consagrada, otras formas de asociación, uniones de Institutos, Conferencias, Confederaciones relativas a las diversas formas de vida con